Cumprindo minha missão “Postificar”, mais uma em forma de página que vira post… Com vocês, minha crítica sobre a peça “Boca da Noite”
Peça de sucesso nacional e tal, o colégio trouxe, pra que nós víssemos na faixa (na real, pagando a mensalidade hehe) no ginásio. E aí, boa?
Boa…
Em primeiro lugar, achei muito certa a atitude do sonoplasta, que foi apresentar a peça e ficou puto com as pessoas do segundo ano e do terceirão, que acabaram não respeitando o teatro e fizeram uma zorra lá… A atitude dele foi certa, que tocou no ponto mais importante: o comportamento ridículo de certos estudantes. Totalmente idiotas e imaturos, em sua maioria… Dá até pena.
E isso que é o futuro do Brasil… Pff… Por isso que esse país tá uma merda mesmo…
Mas enfim, falando da peça, eu achei legal. Esse é o primeiro adjetivo, pelo menos ruim não é. Mas também não é excelente… A peça conta com atores bons. Atores realmente muito bons, que dão vivacidade na cena. Muito massa. Só que o problema, e talvez seja mais meu do que no sentido geral, é que o humor é muito… Como posso dizer? Bem, tem partes engraçadas, mais na maioria das vezes, o que arrancou um sorrisinho no canto da boca foram erros de português.
Erros de português aos montes, pra fazer a galera rir. Será que não tem jeito melhor pra fazer rir não? Até comédia pastelão é mais engraçado que isso… Tá ficando chato esse negócio de usar os erros e vícios de linguagem. CHEGA! A gente já sabe como é a lingua do interior, da capital paulista, os erros das pessoas com menos instrução ortográfica e sintática… Mas isso tá virando uma modinha chata!
Aí vem aquele estrufar… O nêrgumino… Aff, deu no máximo pra sorrir, e alguns até forçados.
Mas a história é boa. Explorando um pouco a síndrome de Estocolmo, onde o seqüestrado fica amigo do seqüestrador, dessa vez o assaltado fica amigo do assaltador. Claro que o assaltante não é muito realista. A história do pegar emprestado foi até repetida, pra tentar fazer rir, mas não faz. Tem uma moral por trás da história, mas eh tudo muito exceção, tudo muito forçado… Não sei. Dá pra dar umas risadas, mas não é sempre não.
Tags: escola, Português, Teatro




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