Tirando o ridículo nome da versão brasileira - Closer: perto demais … RIDÍCULO! - o filme é excelente. Excelente, excelente, maravilhoso. Obrigado Thales pela dica.
Como todas as coisas que me fazem pensar, não conseguem fazê-lo sem me dar um nó na cabeça. Depois que eu terminei de assistir o filme, fiquei pensando no que ele significa, a mensagem que ele quis passar. Não consegui. Não dá. Estava confuso demais. O caminhão do filme me atropelou!
Vamos lá, tecnicamente. Interpretações fantásticas. Uma história fantástica. As reviravoltas, as mentiras, o filme é mais agitado nesse sentido que os 24 episódios de 24 Horas em seqüência, é impressionante - foi um exagero proposital, ok, Ibrahim? xD
Ainda por cima, o roteiro. O roteiro. Ah, o roteiro. Impressionante. Falas simplesmente… fodas. São ótimas, ótimas mesmo. Não tem como definir de outro jeito, são fodonas mesmo. Demais.
Quanto às mensagens transmitidas? Não quero nem saber delas, analisá-las iria tirar toda a graça do filme já estou vendo. De alguma forma isso ficou marcado em mim, principalmente lições sobre confiança e, é claro, a questão da consciência, a qual eu prestei uma atenção especial. Eles querem saber de tudo, eles querem a verdade acima de tudo… Enfim, penso que o filme suscita mais questões do que oferece respostas.
No final, o poeta se rende à inconsciência. Tarde demais.
Ah, e uma pergunta a quem assistiu: descobriram antes o negócio do nome dela? Eu fui enganado até o momento final. Muito bom mesmo o filme. Eu fortemente recomendo. Romance sem o gosto de chocolate enjoado dos romances idealistas.
Tags: cinema, cultura, filmes, Filosofia, modernidade, realismo, romance, sociedade, Teatro




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