1. As pessoas que foram atropeladas enquanto atravessavam a rua não estavam segurando o nariz. Logo, quem não segura o nariz na hora de atravessar a rua é atropelado.
2. Quem não segura o nariz na hora de atravessar a rua nem sempre é atropelado, mas não vale a pena arriscar.
3. Quem não segura o nariz na hora de atravessar a rua pode não ser atropelado nunca, mas ainda vai sofrer muito por causa disso.
4. Quem segura o nariz na hora de atravessar a rua ainda pode ser atropelado misteriosamente, mesmo tomando muito cuidado, porque não segurou o nariz com convicção.
5. Quem não segura apropriadamente o nariz na hora de atravessar a rua pode achar que está segura e feliz, mas não está. Por dentro essa pessoa sente um vazio.
6. Quem segura apropriadamente o nariz na hora de atravessar a rua não só não será atropelado como se torna uma pessoa mais feliz e mais ética.
7. Algumas pessoas perdidas dirão que não é necessário segurar o nariz na hora de atravessar a rua, mas apenas tomar cuidado. Elas não sabem o que estão dizendo, tenha pena delas e segure seu nariz por elas na hora de atravessar a rua.
8. Se você for atropelado enquanto atravessa a rua segurando seu nariz apropriadamente, isso aconteceu por um bem maior, e de qualquer forma você vai ser mais feliz assim. O que é realmente importante é que você segure o nariz apropriadamente na hora de atravessar a rua, porque é o mínimo que podemos fazer em respeito a todos que não seguraram o nariz e morreram. Se você morrer enquanto segura o nariz apropriadamente, você ainda vai ser mais feliz numa outra vida, que de qualquer forma é melhor que essa, então não se preocupe, não discuta e não pense demais sobre isso, apenas faça!
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Now playing: Kate Nash - Birds
via FoxyTunes
Copiado do blog Uma nova cultura
Tags: diversão, religião, Superstição




El cristianismo no es una superstición, ya que los bienes del cielo no han sido experimentados por ningún viviente. Al no haber contacto entre lo deseado y la experiencia, tampoco se infiere de forma abusiva cuando se presupone una recompensa que no se puede demostrar.