Depois de ler o excelente artigo sobre o Drácula no Parem o Mundo (com o qual eu concordei, viu? E muito) me lembrei que nunca tinha blogado sobre o fato de que eu já li o livro “Drácula”, de Bram Stoker. Sim, o clássico. Esse mesmo.

É um livro maravilhoso, devo dizer. Aquilo sim é que é terror. O meu irmão tinha/tem esse livro, uma versão capa-dura marrom, com letras douradas bem naquela tipografia “draculeana”, sabe? Letras do tipo máquina de escrever por dentro. Livro velho. Esses detalhes são incríveis porque fazem to-da a diferença. Já que você só conta com a ambientação da sua imaginação quando lê um livro, ter a ajuda do próprio livro é muito legal. É como ler um livro de ficção científica no Kindle, da Amazon. Faz (ham-ham, deve fazer) toda a diferença.

Enfim, com o envoltório já me envolvendo (hã? hã?) na história, lembro-me de ler no silêncio uma história pesarosa, lenta, contada com tranquilidade, porém firmeza. Na verdade, é um livro que o tempo todo te prepara para a grande revelação final. As coisas vão acontecendo aos poucos, mas nada muito assustador. As coisas acontecem mesmo no final.

É um livro organizado por diários, então é preciso estar atento para as datas, caso contrário a pessoa se confude. Mas é um livro excelente.


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