Só quem apanhou, mas não muito, da vida, pode alcançar alguma maturidade intelectual sobre a vida. Quem apanhou demais, e não aprendeu a lidar com isso precisa mesmo de seus mundos imaginários, como se necessitasse de morfina. E quem apanhou pouco em geral não abandona idealizações porque são cômodas demais, e talvez seja difícil ensiná-los coisa alguma que não experimentaram.
Mas sempre há alguma chance, afinal…
Obs. Posterior: Curiosamente, é difícil ver alguém admitir que sofreu mais ou menos. Afinal, as pessoas têm mania de exagerar suas dores ou de ignorá-las - ou quem sabe vergonha de não ter cicatrizes, ou de tê-las? Não sei.
Sei que o post inteiro pode ser completamente inútil nesse sentido: se todos deixassem de exagerar ou de ignorar, todo mundo sofreria mais ou menos.
Obs. Posterior 2: Engraçado, esse post era pra ser pequeno e eu editando ele o tempo inteiro… Bem, era só pra dizer que não pude evitar a comparação com um (trecho de um) aforismo de “Aurora”: Nossas experiências são mais o que colocamos nelas do que o que nelas se acha.
Obs. Posterior 3: Que erro grotesco! E que interpretação fantástica! Antes, lá em cima, estava “mais não muito”, o que poderia ser considerada um enigma, uma versão sem vírgula para “mais não, muito” - ou seja, só quem apanhou muito… Mas não, não era. Era “mas não muito” mesmo.
Tags: mundo, Vida




Tentamos buscar o equilibrio, queremos paz, uma paz não no sentido de acabar com violência, mas uma paz pessoal, onde essa pessoa que busca a paz se sinta protegida, pouco se importando com o mundo exterior, ela estando em paz e preferencialmente de bunda pro ar descansando…
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Rev. Peterson Cekemp respondeu:
Bem, usando uma própria palavra do seu comentário, uma paz meio “bundona”, não?
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Canedo respondeu:
hueahueaeauheahueahueahueahuhhea