As Leis de Celine são três leis formuladas por Robert Anton Wilson através de seu personagem Hagbard Celine, no romance Illuminatus! Trilogy. Essa três leis são muito interessantes, mas gostei em especial da segunda, justo aquela que é, segundo Celine, “Uma simples afirmação do óbvio”.
1. Segurança nacional é a principal causa da insegurança nacional
Essa é clássica: com medo do que os outros países podem fazer com seu povo, um Estado acaba oprimindo ainda mais seu povo, velendo-se da desculpa do terrorismo, por exemplo, para prender, matar, invadir a privacidade, etc.
2. Comunicação acurada só é possível em uma situação não-punitiva
Ou, como Wilson costumava reformular, “Comunicação só pode existir entre iguais”. Em qualquer estrutura hierárquica, existe uma pressão social imperceptível que faz com que todas as pessoas que estejam abaixo de alguém se comuniquem com quem está acima de forma interessada; ou seja, omitindo ou falsificando informações para evitar uma punição, e fazendo o mesmo para alcançar um benefício, por exemplo.
Quando uma pessoa, por tanto, usa de autoridade para com a outra, a relação entre elas é proporcionalmente mais falsa e imprecisa, pois o dominado tende a querer agradar quem está acima e evita desagradar quem está acima. A verdade é assim manipulada de forma que ela não se torna mais importante.
A dependência das pessoas sempre forma uma estrutura hierárquica, e por isso qualquer pessoa que depende de outra está sujeita a esta regra. Se eu dependo de alguém para eu comer, por exemplo, eu não vou falar algo que a desagrade, mesmo que seja verdade, porque corro risco de perder o alimento. E, ao mesmo tempo, tenderei a concordar com a pessoa sempre, mesmo que não seja verdade o que ela disser, para garantir a simpatia e a boa vontade da pessoa.
Na famosa “paixão avassaladora”, o “amor romântico”, entre outros, ocorre a mesma coisa. Se um menino bobo se apaixona loucamente por uma menina de gostos muito diferentes, ele tende a representar o papel de “objeto de desejo” da garota, mesmo que essa não seja a realidade, porque a paixão faz com que ele dependa dela, coloca ela acima dele, e assim ele mente para ela para evitar ser punido, e para ganhar algo. Ou seja, uma relação fundada na mentira.
3 - Um politico honesto é uma calamidade pública
Enquanto um político corrupto está preocupado em roubar uma parte do dinheiro público, um político honesto está preocupado em criar leis que supostamente “melhoram a vida das pessoas”.
Para Celine, leis criam criminosos. Leis inerentemente restringem a liberdade individual, e apenas através de excessiva legislação é que tiranis podem ser exercidas - é através das leis que o Estado intervém na esfera individual do cidadão.
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Prefiro as três leis da robótica, do Asimov.
Fizeram uma pesquisa sobre relações de poder, e descobriram que “peões” são mais bem-humorados que “chefes”.
“Ó, então tá aí a prova de que dinheiro não traz felicidade!”
Calma mimha gente, não é bem assim…quando um peão é é peão e tem consciência disso, se o seu chefe conta uma piada[mesmo que sem graça, o que subordinado faz? Ri igual uma hiena! E quando a situação se inverte? O chefe não sente nenhuma obrigação em rir e não se sente ameaçado ao mostrar sua indiferença em relação à piada e ao peão…
Só não conte a terceira em Brasília, aí que tudo vai pro s***!
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Rev. Peterson Cekemp respondeu:
heaehheeeaae to ligado essa pesquisa. Quais eram mesmo as três leis de Asimov?
[Reply]
Darto respondeu:
1ª-A robot may not injure a human being or, through inaction, allow a human being to come to harm.
[Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal.]
2ª-A robot must obey orders given to it by human beings except where such orders would conflict with the First Law.
[ Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens contrariem a Primeira Lei.]
3ª-A robot must protect its own existence as long as such protection does not conflict with the First or Second Law.
[Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e Segunda Leis.]