Dia 20, quarta-feira, assisti um filme chamado “Reine Sobre Mim”. É um desses filmes que você olha pra ele na estante da locadora e não dá a mÃnima importância. Como eu aprendi que esses filmes são justamente os melhores, resolvi dar uma chance pra capa apagada, com um tÃtulo esquisito, sem nexo, pra ver se era bom mesmo.
E, como sempre nesses casos, não me arrependi.”Reine sobre mim”, do diretor Mike Binder, é simplesmente fantástico. Eu, sinceramente, não sei o que falar sobre ele, não sei. O que eu posso fazer, contar como é a história? Não dá, ia estragar a surpresa de vocês ao ver o filme, ué. Só posso dizer que ele é fantástico. Aham. Isso aÃ. Sim. Eu chorei.
O Filme tem Adam Sandler no elenco - mas não é comédia, embora o cara seja tão engraçado que, imagine você: você vai rir. Tem cenas muuito engraçadas. Demais. Ah! E a trilha sonora é muuito boa também.
Página dele no Imdb
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Quanto ao Coronel e o Lobisomem, é o seguinte… É uma boa produção. É um bom filme. Pros filmes brasileiros aliás, que são atrasadÃssimos em questões digitais, até que o lobisomem foi razoavelmente bem feito. Se você quiser se emocionar, você não vai. Se você quiser rir, vai rir uma vez só (pelo menos essa compensa, eu vi a mesma cena umas três vezes e em todas elas eu me matei de rir). Se você quiser se assustar, não vai. Enfim. É um filme que não se encaixa no que você espera pra qualquer gênero. Mas é bom.
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Se tem coisa que a Globo faz mal, é novela, só que pelo menos faz melhor que as outras. Agora, há produções da Globo que, sinceramente, até os anti-Globo têm que concordar, dão um show. Por exemplo: Hoje é Dia de Maria. Os Normais. Minha Nada Mole Vida (GREAT). Eu gostava também da novela O Beijo do Vampiro, achava ótima. Mas agora mais uma entrou pro Hall de “melhores coisas da TV Brasileira” –> QUERIDOS AMIGOS.
Uma minissérie totalmente embasbacante, eu diria. Muito, muito engraçada, mas um humor que não faz você se matar de rir, é um humor mais sutil que isso. E nossa, é muito emocionante, muito. Eu falei hoje com a Natacha e ela disse que reconheceu a gente ali. Eu também. Não que uma pessoa simbolize cada um de nós, mas tem certas caracterÃsticas que, miiinha Lady Discordia, são tudo a ver. Quer ter uma noção média de como as coisas são entre mim, o João e a Natacha? Preste atenção no trio Leo - Lena - Ivan pra entender. Uma coisa meio Peterson - Natacha - João, got it? Ai ai. Talvez eu não deveria ter falado isso.
Bem, continuando, ela é dirigida pela Denise Saraceni e produzia (e escrita) pela Maria Adelaide Amaral. Eu gosto da Denise Saraceni, primeiro porque acho que as coisas que ela fez lá na Globo são legais (Da Cor do Pecado, for example), e segundo porque eu gosto do sobrenome dela. E da Maria Adelaide, bem, quase nunca ouvi falar. Mas li que a minissérie é inspirada num livro. Adivinha? Eu quero ler.
Ah, mais uma coisa: me parece que o Leo tem uma doença incurável. Se alguém assistiu tudo desde o primeiro até o segundo capÃtulo, me digam: não é uma ótima teoria supor que ele já está morto?
Tags: cinema, filmes, obra, televisão, Vida



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