Julgar as pessoas é inevitável, tentar reprimir isso só causará frustração. O máximo (quer dizer, o mínimo) que podemos fazer é saber que isso é só uma grande armação, uma arapuca, como dizem em uma língua qualquer de índio. A partir daí, o legal é arranjar meios convincentes de destruir a primeira impressão - algo como “Ok, fulano, me dê um tempo pra que eu me surpreenda com você”.
O que dá pra fazer é julgar as pessoas por mais quesitos, e também mais complexos, por exemplo, pra evitar uma eventual superficialidade.
Já dizia um amigo que ninguém é superficial; mas quando você abdica de sua “potencialidade” você acaba se tornando uma péssima companhia, uma pessoa que busca ser rasa; os rasos são aparência e “basicidade” (básicos) e assim querem permanecer, ao custo de não mais terem qualquer margem de mistério ou sutileza nas palavras e no olhar. Moda, por exemplo, julgar alguém pelo que a pessoa usa funciona pra estereótipos e pode servir pra te livrar de assaltos, mas julgar-se superior por “estar na moda”, por exemplo, é muito, muito raso.
Por isso, use vários critérios pra julgar as pessoas; assim pelo menos você olha a pessoa de vários ângulos, e se algum deles for ruim, não tem importância mesmo.
Tags: julgamento, Personalidade, Pessoas, Vida





E sabe o que é pior, julgar a si próprio..
As vezes você vê que é mais mediocre que os demais…
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Rev. Peterson Cekemp respondeu:
Hummm… Porra Henrique, agora vc me deixou pensando…
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