Traduzido deste artigo em inglês, que eu achei particularmente simples e eficaz.

Por Skepbitch

Ceticismo não é uma organização, uma religião ou um culto. Você não tem que ouvir um sermão, comprar um livro, nem ler esse blog.

Você não precisa se rotular como agnóstico, ateu, livre pensador, humanista, iluminista, um racionalista, um libertário, ou nem mesmo um cético.

Se você anseia por algumas palavras-chave e coisas assim, então ceticismo é pensamento crítico, pensamento claro, lógico, racional, ciência, e é manter a cabeça aberta.

Se tudo isso soa muito “cheio das coisas”, então ceticismo é sobre conhecimento, entendimento, honestidade, verdade e realidade.

Se isso soa muito moralista, então ceticismo é não ser passado pra trás, enganado, fudido mesmo.

Ceticismo não é só ciência, paranormal e pseudociência.

Você não precisa juntar-se a um grupo, doar dinheiro, se cadastrar, aprender um aperto de mão, transar com o chefe ou beber Nutrinho.

Alguns céticos até rompem com os estereótipos. Não somos todos nerds, relaxados, psicóticos, elitistas intelectuais, párias sociais, idiotas egoístas que vão a conferências porque ninguém além de um grupo hipotético os tocaria com o pólo de uma barcaça… (!)

Você pode “fazer” ceticismo dentro dos confins da sua mente, e pode expressá-lo no que você diz e no que você faz.

Alguns dos mais profundos momentos do ceticismo são aqueles que são raramente reconhecidos; quando você tem um professor brilhante, ou quando um amigo oferece um sólido conselho ou te ajuda a pensar diferentemente sobre alguma coisa.

Esses momentos iluminatórios são como orgasmos mentais. As sinapses pegando fogo, a lâmpada acendendo, ou a vela no escuro de Carl Sagan.

O que eu quero dizer é: tente o ceticismo, de qualquer forma que você queira chamar e de qualquer jeito que queira fazer.

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