“Todas nossas políticas sociais são baseadas no fato de que a inteligência deles [dos negros] é igual à nossa. Pessoas que já lidaram com empregados negros não acreditam que isso seja verdade” JAMES WATSON biólogo, ganhador do Prêmio Nobel de 1953 pela descoberta da estrutura do DNA, dizendo que africanos são menos inteligentes do que ocidentais. Regletindo um pouco, o que podemos observar nesta observação? E se pensarmos que esta teoria de Wtson seja verdade? Convido a todos para juntamente a mim juntar a Teoria de Darwin a este post. Primeiro, digo que a informação está aí… cabe a nós acreditarmos ou não.
Todos estamos aqui por que queremos, ninguém nos obrigou.
E ninguém será capaz de acertar sempre, e nem podemos afirmar que J. Watson é um cientista e ganhador de prêmio Nobel ele estará sempre certo (e muito menos eu).
Discordo disto, é o mesmo que falar que pessoas altas são mais inteligentes.
Mas vale sempre lembrar que a separação de raças pode determinar várias características, um exemplo comum são os cachorros, geralmente os donos gostam de fazer acasalamento de cachorros da mesma espécie, PitBull com PitBull, então, se os dois tem pelo marrom, certamente os decendentes (não filhos necessariamente) terão mais propabilidade de ter pelos marrons.
E creio que isto já ocorreu (e ocorre) com os humanos, na antiguidade, negros tinha mais chance de sobreviver na áfrica, e brancos na Europa, se um branco ia para a africa, ele seria descartado pelas fêmeas, pois era diferente.
Vamos supor que nos primórdios, o QI do ser humano era de 100, e que ele pode varia para os filhos em +-3.
Na primeira geração, tivemos 33% com QI de 103, 33% com QI de 100 e 33% com QI de 97, se 66% dos com QI 97 morrem, ficaríamos com o percentual: 33% com 103, 33% 100, 22% mortos 11% QI 97.
Se os 11% de QI 97 se reproduzem somente com os de QI 100, teríamos um percentual maior de QI 100 do que de QI 97, e os de QI 103 se reproduzim-sem somente com os de QI 103, logo teríamos pessoas com QI de 106.
Agora, vamos supor que acontece o inverso na áfrica, onde começou os mesmos 33% de 103, 33% de 100 e 33% de 97, mas que a maioria dos QI de 103 morrem. E pessoas de QI de 97 se reproduzem entre si, logo teremos pessoas com QI de 94.
Isso é um exemplo tosco, não iria ter uma variação tão grande de uma geração para outra, seria de decimos de QI, num sei se deu para entender o exemplo, mas eu estou querendo dizer, que se por alguma precipitação da natureza (terremoto, vulcão, chuva) ou simples seleção natural que aconteceram com frequencia na idade antiga, matou a maior parte com inteligência superior na áfrica, só sobraram os com QI abaixo da média.
E se o contrário acontece na Europa, onde uma precipitação mata pessoas burras, irão sobrar uma maioria de QI elevado, que quando se cruzarem resultarão com pessoas de QI elevado. Aplicando uma lógica circular nesta teoria + alguns milênios, poderemos ter esta diferença de QI, mas não será pela raça, mas sim pela localização de seus ancestrais.
A cor da pele seria somente um detalhe em comum, não poderíamos generalizar “Negros são burros”, pois a cor escura não é a fonte da baixa inteligência, e nem todo negro é burro. Famílias Negras que se reproduziram com famílias de outras localizações acaba com esta teoria.
Esta minha teoria, acaba no momento das Imigrações, quando se ocorre uma mistura de povos ela deixa de ser válida, portanto, logo este quadro irá mudar.
E mais uma vez afirmo, Negros não são Burros, o que afirma se uma pessoa tem QI Menor é sua localização geográfica.
Tags: ceticismo, Ciência, cultura, Genética, preconceito, sociedade




No blog ceticismo há um post muito bom sobre isso explicando que o acaso geográfico levou algumas civilizações a serem mais avançadas, dominarem outras e fazer delas escravas - e sem acesso nem estímulo à educação, acho que faz sentido os escravos serem “burros”.
Mesmo assim, é importante lembrar que o QI é algo MUITO questionado =/
Abraçç
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