Enquanto não estamos apaixonados (isso, é claro, pra pessoas mais críticas quanto à realidade), idealizamos a pessoa que queremos pra nós em, digamos, um futuro próximo. Sabemos, no fundo, que não vai ser assim, mas continuamos querendo alguém perfeito. Sim, não tem problema, eu falo. Eu digo qual é o meu ideal. Não tem muitos detalhes não, na verdade. Tem só que ser bonita, inteligente e legal. Só.
O problema é que isso é o que eu quero, entende? Fazendo isso você trata alguém como um objeto na sua vida, avaliando suas características como se ela fosse um produto na prateleira do supermercado, e isso não é legal. Isso sequer é amor, aquele sentimento puro e caótico - acidental…
Dizer “quem eu quero” é admitir que não vai ser assim como eu quero - uma questão de improbabilidade e lei de Murphy. Entretanto, é preciso ter em mente que o amor é acidental - pra não ficar desesperado e confundir os sentimentos com alguém.
Obs.: Post escrito com dosagens “positivas” de moderação, mesmo em uma hora um pouco turbulento.
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P.S.: Curioso. Eu escrevo de um jeito diferente quando escrevo no meu bloquinho de papel.
Tags: ação, amor, futuro, mente, Pessoas, sentimentos, Vida





Peterson, me arrisco a dizer que concordo contigo em gênero, números romanos e degraus escorregadios.
P.S.: Não notei diferença no seu post (com bloquinho ou sem), pois manteve a altíssima qualidade no conteúdo. Não podemos negar que essas variações são interessantíssimas, heheheh…
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Rev. Peterson Cekemp respondeu:
Eu achei que ficou curto demais. Escrevendo aqui ou em folhas grandes os textos ficam maiores, têm mais algumas diferenças aqui e acolá. Vai ver nas folhas pequenas a sensação de que o texto ficou grande chega rápido demais.
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