Mas eu não dispenso um bom livro. Ah! Se não dispenso. Quando eu digo livro, não digo aquele xérox feio, que às vezes fica com meia palavra da linha cortada, tudo preto e branco, com duas páginas por folha, etc. Eu digo LIVRO com L, I, V, R, O maiúsculos. LI-VRO. Não importa quanto custe (se é bom ou não, isso sim importa), mas pra mim o genérico não serve. Tem que ser livro.
Sabe por quê? Porque eu adoro o cheiro de livro novo. Adoro a textura das folhas, adoro a textura da capa, adoro ler cada parte do livro que eu conseguir invadir antes de poder lê-lo inteirinho. Gosto do tamanho, do projeto gráfico, da arte que acompanha o livro. Afinal de contas, livro não é feito de palavras, isso há muito tempo. Livro é feito com arte, mesmo que não tenha nenhuma ilustração dentro do livro. Eu não julgo livro pela capa, mas livro com capa feia ninguém merece. É o mesmo que CD pirata: pra mim, o legal não são as músicas. Pff. CD. É só um pedaço de plástico. O que conta é a arte, é a intenção de apoiar o artista. Isso conta.
Sebo? Credo (Descredo)! Eu quero livro novo, novinho em folha. Pode ser de papel reciclado, se alguém aí olhar com cara de “quantas árvores vai matar”. É, seu ecochato, eu mato mesmo. Desde que ela seja replantada =D. Pra mim, o livro perde a graça se não for novo. Exceto se, é claro, ele for uma edição histórica… Tipo, a primeira edição de “Sobre a Origem das Espécies através da seleção natural ou a preservação de raças favorecidas na luta pela vida”. Imagina, encostar no mesmo livro que um dia Darwin encostou? Deve ser muito foda.
Livro é tudo de bom. Ateh.
Tags: CD, internet, livros



comcordo com vc mano…
livro tem que ser novo
com arte…
****x
Reverendo responde:
:*