Preciso fazer esse post.

Teve o show da Rita Lee, que foi muito bom, mesmo, foi awesome. Estou cheio de coisas pra fazer, e tenho medo de que não dê tempo pra tudo, mas estou organizado e confiante. Preciso de uma boa idéia até sexta. Chorar: finalmente conheci alguém como eu. Pena que ela não é real; deve haver alguém assim em algum lugar. Não, mentira. Alguém aí viu “O Amor não tira férias”? É um filme fan-tás-ti-co. Impecável. Apaixonante, envolvente, maravilhoso, inteligente, foda. E ainda vem com o bônus: a tradução do título pra português acabou sendo melhor que o original. Impressionante, não? Então. A personagem que vai pra Inglaterra (por que diabos eu sempre me esqueço o nome dos personagens), ela não consegue chorar, por mais que deseje. Por que eu só consigo chorar quando eu menos espero? Naquelas horas onde é óbvio que o choro venha, onde você parece um ser frio e sem coração se você não chorar, eu não consigo chorar. Eu choro mais vendo filmes; isso talvez ainda faça de um mim um ser frio e sem coração, duro com a realidade e que precisa da ilusão pra se soltar… Não é verdade, at all. Eu chorei quando li em português a carta que a Juliana fez pra mim no meu aniversário. See, pete? Não é bem assim. Não.

É que, sabe, eu não queria fazer um post só sobre esse filme. Não consigo, não sei porque. Acho que é porque vi muitos filmes de uma vez só; bloqueia a minha mente, sabe? Eu vi motoqueiros selvagens também. É um filme bom. O humor é meio bobo, e às vezes você acha que ele vai acabar no humor físico - tipo Todo Mundo em Pânico, onde o exagero nas porradas, nos chutes e coisas assim são engraçados, o que, quando é forçado demais, é chato mesmo - mas percebe que é só de vez em quando. É… Não é dos melhores, mas é bom. E também vi Chamado da Morte. Ô coisinha ruim! Péssimo. Não vejam, essa é a minha opinião. É ruim demais. Sei lá, vai ver é porque eu vi dublado. Será?

Bom, é isso.

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