Infância é a fase em que a criança não sabe o que é melhor pra si, por isso os pais devem tomar precauções pra que ela não acabe sofrendo com conseqüências que desconhecia. Mas isso não é desculpa para desconsiderar as vontades das crianças, e antes de proibí-las, deveriam explicar-lhe o porquê, sempre. E com paciência; a falta desta não é compreensível. Crianças são assim. Se você quer tê-las, sabe que vai ter que ter paciência. Portanto, é o cúmulo não ter paciência com o próprio filho pequeno. Demonstra algo de imbecil em alguém.
Já a adolescência é a fase onde o adolescente acha que sabe o que é melhor pra si, às vezes sabe e outras não; mas sem dúvida isso não é motivo pra que todas as vezes em que ele sabe não sejam levadas em conta devido às outras vezes. E, sem dúvida, ainda que ele não saiba o que é melhor pra si, é necessário deixar que ele saiba, deixar que descubra sozinho. Afinal, se não for agora, quando é que ele vai ser aprender a viver sem muletas?
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E eu ia fazendo um post sobre isto!
Foi uma coisa que meu pai me falou, quando eu tinha 3 anos, eu não tava querendo beber uma mamadeira, ele pos a mamadeira na minha frente e pediu para mim beber, eu falei que não, ele falou “então vou te bater” eu respondi “pode bater, eu não vou chorar”, diz ele que me bateu bem, depois de um tempinho bom de surra, eu não bebi a mamadeira e não chorei.
A filosofia disto?
Talvez eu seja um descordiano desde pequeno.
Diz ele “Se eu não fiz ele se arrepender de seus atos com 3 anos de idade, agora que ele tem o dobro do meu tamanho você acha que eu consigo fazer?”
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Rev. Peterson Cekemp respondeu:
“Talvez eu seja discordiano desde pequeno”
HeahaehAEHAEHAEHAE
Das poucas vezes em que apanhei, minha mãe conta uma em que meu pai ficou me batendo um bom tempo, e eu simplesmente não parei de discordar dele, hehehe…
Era bem desse tipo de coisa que eu falei. De que adianta bater? As crianças que “interiorizam” esse tipo de ação crescem condicionadas. Bater é encaixar as pessoas desde cedo numa embalagem pequena, ou seja, através do sofrimento moldar suas atitudes e seus pensamentos. Essas surras infantis são os atos mais comuns, e com os quais todos estão familiarizados, mas ainda assim são tão abomináveis. É triste como ninguém pára pra pensar nisso, triste ver os pais “achando que isso resolve”…
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