Não sei o que fazer
- Aaah merda. Me bate!
- Hum?
- Me bate.
- Hãn?
- Me bate. Forte.
.
..
heEAHea
hheh!!!!!fdhaehae ???
Huehd are you .. hvsuh
dhjakdha
fhusfdfhShvoegjeigjs;LWIGAG
HJKGHJK.KGH,HGLJ
!!!!!!!!!!!!
……..
¬¬ ¬¬ ¬¬ ¬¬ ¬¬ ¬¬
… … …
kaupjehefageuhajfkakeafgoeheidiejhgogrgoojayrewtryuasicvbnmexplanationkhjfdfuaguhlklakhjaaeagcgvbj
!
…
… … …
iyrdio
- Não dá, sério, de boa. É estranho.
A única moralidade
A única moralidade razoavelmente respeitável e justificável é “não fazer mal… Aos filhos”. Veja bem, não clamo por uma luta selvagem para dar a melhor vida possível para um filho, digo apenas não tentar transformá-la num inferno.
Por quê? Porque ninguém pede pra nascer. Isso pode irritar (vai saber), mas é fato.
Críticas. Vá à merda.
Receber críticas é um negócio delicado. Algumas vezes no blog e mesmo fora dele eu já reconsiderei minha opinião devido a críticas recebidas. Essas foram críticas construtivas, algumas mais duras, outras mais sutis, mas todas com o mesmo benéfico efeito de fazer com que eu mudasse minha mente ou impedisse que eu seguisse por uma linha de raciocínio não necessariamente errada, mas não condizente com o que eu acredito - só não tinha percebido ainda, e foi necessário que outras pessoas me mostrassem suas visões para que eu aprendesse com isso.
Entretanto há ainda os idiotas que fazem críticas absolutamente inúteis. Teve uma tal de Paula que chegou me chamando de presunçoso e disse que eu deveria aprender mais antes de publicar textos na internet, assim eu não faria com que ela perdesse seu tempo. Olha, essa é a opinião dela. Ela tem direito de tê-la? Todo. Ela tem direito de expressá-la? Todo. No meu site? Eu garanto isso a ela. Agora, isso me fará bem? Não. E não se trata de ser confortável, se trata de me ajudar. Ela me disse qual foi o erro? Não. Disse por que estava sendo presunçoso, onde tinha sido equivocado? E outra, eu lá pedi pra que ela perdesse seu tempo? Ela o fez porque quis. Tenho eu todo direito de mandá-la a merda. Paula-que-comentou-uma-vez-no-meu-blog, vá a merda.
Ainda que eu saiba que pessoas desse tipo, que não tem nada pra acrescentar, algumas vezes podem nem sequer entender do assunto e fazer esse tipo de coisa pra nada mesmo (como o cara que disse que eu gostava de American Pie) - eu me obrigo a rever tudo de novo, a pensar tudo mais uma vez. Ora, penso eu, se fulano disse isso, será que não há um motivo mesmo? E fico distante, longe, até um pouco triste por ver exposto o fato de que as coisas são mesmo relativas e posso ter me enganado. Nada de muito triste em ter me enganado - triste é eu não perceber!
Portanto, peço que quando me critique, explique por quê. Se for pra atacar meu castelo de areia de idéias, que o faça pra destruir de uma vez, não fique jogando bombinhas de festa junina. Poxa, desse jeito eu fico preocupado com o barulho, e no fim não é nada. Já sabe. Se for pra criticar me destrua - reduza-me a pó.
Se não, vá à merda.
Bobos.
Só porque o negócio não foi pra frente - e porque tava dando erro no meu firefox - deixo pra lá o me.dium. Bobos, vocês.
Linuquis
Se adaptar ou esperar que se adaptem a você?
Sem entrar em outros ramos, falemos de Linux: qual é o mérito de projetos como o Ubuntu? INTRODUÇÃO. Tem gente (ai, olha como ficou horrível meu código só porque não fiz isso com latex ¬¬) que acha que tornar o bom mais fácil é uma vulgarização, e que o bom é indiscutivelmente o bom, e que portanto quem está mal-acostumado que se foda pra se adaptar ao que é bom.
Antes de mandar uma mensagem que deixa claro que isso não dá pra ser argumentado, apenas entendido como uma escolha (”eu quero pensar assim”), uma coisa: qual é o princípio que diferencia o gnu/linux (contando com os primos pobres, BSD e ’ssas coisas) de outros O-Esse-sis? DIVERSIDADE. Não é o linux inteiro que vai se adaptar à quem não quer se espaciliazar. É só um grupo de softwares que trabalha pra introduzir com calma e compreensão mais pessoas ao modus operandi do software livre e linux e etc - depois, com o tempo, elas acabam se empolgando (ou não) com o resto.
Agora a mensagem: humildade. E compreensão, que ficou boa no outro parágrafo mas serve aqui também. Não precisa dizer mais nada…
Percebam a ironia
É irritante, é idiota como tem gente que se acha expert num assunto (um assunto de merda ainda) e não percebe uma contradição entre termos FUNDAMENTAL. Um exemplo (talvez o único)?? Mensagem subliminar. Pessoas apontam o Alô Diabo na Coca e falam “ohhh, isso é uma mensagem subliminar!”. PORRA, se você consegue ver então não é mensagem subliminar, cacete. Mensagem subliminar TEM ESSE NOME porque você não percebe!!!!!
Com a ironia é mais ou menos assim. Ironias são ironias e ironias… São sutis. Quando não o são, são sarcasmos, um humor seco, que beira e chega a encostar na arrogância. Ficar apontando e não só apontando como explicando uma ironia (numa frase, ok? Não estou dizendo em contextos maiores como, sei lá, filmes, CDs, a sociedade e a vida) é o mesmo que dizer “olha a mensagem subliminar!”.
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Chega uma hora em que esse post é quase uma homenagem a Dercy, né não?
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Conclusão:
VAMOS LÁ SWEENEY TODD!!!
WE ALL DESERVE TO DIE! EVEN
YOU, MRS. LOVETT, EVEN I !!!
Down’s
Não, não estou down. É só pra falar de downloads recentes.
O segundo CD do In Rainbows, do Radiohead. Bom, como esperado.
Discografia (não muito grande) do MGMT, uma banda nova muuuuuuito massa.
Opeth, Watershed. Bom, bom. Na verdade, bonzinho.
Blur. Blur é DEMAIS.
E… E… Só, eu acho.
Diz-me diz-me aldeão, que que importa na relação
Olhar nos olhos, olhar a pele
Ir além da imaginação
Diz-me diz-me aldeão, que que importa na relação
Falar direto, com meu dileto,
Sem então passar pel’alta conexão
Diz-me diz-me aldeão, que que importa na relação
Silêncio é bem intencionado
Não quer dizer (nunca!) mal-amado..
Diz-me diz-me aldeão, que que importa na relação
Contradiga meu coração
Diga que luz não vale um tostão!
Diz-me diz-me aldeão, que que importa na relação
Sentir sentir, sentir sentir
Posso viver muito bem sem ti
Diz-me diz-me aldeão, que que importa na relação
Ora ora, ora ora
Eu nem vi passar a hora
Diz-me diz-me aldeão, que que importa na relação
Te direi, mas roga a Éris
Que não fiques sempre ao léu
Diz-me diz-me aldeão, que que importa na relação
O fim do som, o fim do som,
É preciso ter mais amor
Relação, relação
É só relacionar
Oh no, Oh no
É preciso ter mais sabor
É preciso ter um horror
É preciso é deixar pra lá
lá lá, lá lá lá lá, lá lá, lá lá lá lá
lá lá, lá lá lá lá, lá lá, lá lá lá lá
Não digas aldeão, que que importa na relação
Sou nobre, sou forte,
Eu vou na contramão.
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Musiquinha que surgiu na minha mente quando imaginei uma cena de musical que começava aqui no quarto diante de certas digavações minhas sobre amizades pela internet. Ah, se a vida fosse um musical. A música que acompanha é uma valsinha simples.
lá lá, lá lá lá lá, lá lá, lá lá lá lá… É preciso deixar pra lá…
Tbtaharwsomeonewwnwtdyiawpossible
Não não não, de jeito nenhum. Esse nem morto. … … Ah, perdi é? Merda. … … Não, chorar não. … É uma reação natural, minha. … Não ia não senhor. … … … Então tá.
Vai poder falar depois. Vai poder jogar na cara. É a dependência. É a parte ruim.
EU DEEEESIIISSTOOO
Desisto de fazer um podcast enquanto essa merda de mp4 não for arrumado. 4 - SIM - 4 tentativas frustradas. Foram 13 + 10 + 6 + 31 = UMA HORA inteira de conversa fiada que não deu certo. Ah, prá puta que pariu.



