Pois é. Não fui viajar, mesmo que o dia estivesse lindo aqui em Floripa.

Maaass, continuando;

Essa noite, já sabendo da não-viagem, fui dormir lá pela meia-noite, depois de ver de novo com meu pai o filme “O Grande Truque” (depois posto sobre isso, esse filme virou um dos meus favoritos). Então, eu comecei a viajar, como faço sempre antes de dormir (o grande vilão do meu sono é o meu constante pensar…), e então veio na minha mente uma linha de raciocínio fácil para pensar no discordianismo. Simples… Objetiva… Pensei nela como uma conversa… Algo no meio de uma floresta… Isso!

Me levantei e comecei a escrever. Mas não no computador. É porque… No computador, eu já tinha ficado muito tempo. Eu abusei mesmo ontem, e eu estou numa de tentar ficar menos tempo possível. Então, eu me deitei e comecei a escrever na cama. 5 páginas depois, um borrão azul no dedo e um puta sono à uma da manhã valeram a pena. Um texto que eu considero verdadeiramente inspirado, ainda que nem chegue perto da inspiração de Nietzsche para o Zaratustra, como ele afirma em seu Ecce Homo.

Por que eu não coloco ele aqui? Porque ele vai pro Era das Conseqüências. Quando? Uma nova edição no primeiro livro? O segundo? O terceiro?

Não. Infelizmente, eu já tenho os acontecimentos da série bem delineados e acho que esse vai vir no último livro. Talvez eu diminua a série (não por causa do tamanho, mas pra colocar dois enredos em um livro só), mas, por enquanto, esse texto só vai sair no livro… 9. =/

Patience.

Ateh

olharfav Este texto está marcado como “quando fui outro”. Pode haver contradição ideológica com posts mais recentes.

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