Esse post no tudismocroned é simplesmente demais. Tão demais que é grande demais. Separei as melhores partes, porque é um texto que vale muito a pena:

Tudo o que se esconde fica com carater de mistério, e por isso com veneração e com respeito: a vaidade foi o primeiro artífice, QUE INVENTOU O DISTINGUIR OS HOMENS PELA ESPECIALIDADE DO ORNATO, E PELA SINGULARIDADE DA COR; ASSIM SÃO AS DISTINÇÕES QUE A VAIDADE NOS PROCURA; NENHUMA É, NEM PODE SER EM NÓS, MAS NAS COISAS QUE NOS COBREM. -Matias Aires (primeiro filósofo brasileiro?)”

Buda diz que o caminho do meio vale a pena.
A lenda dia que o caminho do meio fica no meio de tudo. (limite do limite?)
William Blake ensinou que o palácio dos excessos leva à sabedoria.
Será que ao experimentar dois extremos excessívos e contrários eu estarei me equilibrando bem no meio, entre os dois? Vou viver e experimentar, mas não vou contar. Meu corpo não constitui nenhuma lei. Alguns têm cinco artérias onde outros têm apenas duas. Meu corpo não tem poder de lei sobre a realidade de todos, ele apenas filtra para minha mente minha experiência.

Essa frase em negrito foi exatamente a mesma conclusão a que eu cheguei. Selecionar é perda de tempo precioso. O negócio é o equilíbrio dos movimentos, da brincadeira, da guerra nietzscheana, não da paz, da segura estática existencial. O movimento contínuo aos pólos é o equilíbrio; o equilíbrio matemático que define que + 1 – 1 = 0.

Arte não muda ninguém? Amigos, a arte equilibrou e equilibra minha vida. A arte me parece o produto mais próximo de Deus que podemos fabricar (…)

Sim, retornar a fonte para então viver com atenção total em meu agora ao mesmo tempo em que meu instinto interage com o meio e minha intuição gera iterações com o ritmo natural de meu coração. Viver com foco no presente engrandece ou enlouquece?

Eles mentiram para você. Conhecimento é benção. Conhecer é experimentar. Conhecer não é classificar e catalogar. Classificar é prender. Conhecer é viver o novo. Classificar é repetir o velho. Entre Aristóteles e Platão eu escolho Sócrates. Quem conhece vive. Quem vive não tem tempo para desejo de controle. Viver é divertido. Controlar é cansativo. O mundo ocidental e suas teorias psicológicas para controle social me cansou.

Eu prefiro Kant, Schopenhauer e Nietzsche.

HUM:
Aquela cor não É roxo.
DOIS:
Aquela cor É azul-bebe
TRÊS:
Aquela cor É um violeta pálido, isso sim.

E o conflito nasce, pois o “É” afirma a realidade de um em todos. Entendem?

Caros dogmáticos, governantes e teólogos, quem quer controlar, um dia acaba controlado

Certezas não existem sem conclusões. Conclusões não existem sem controle. Controle não existe sem manipulação. Oq é manipulado não é espontâneo. A vida natural é espontânea.

1.tudo oque o homem constrói com a intenção de se proteger acaba por destruí-lo.
2.toda produção incontrolada torna-se mais nefasta do que nenhuma produção.
3.é na sobrevivência de certas instituições que reside o perigo da volta à selvageria.
4.A IMAGEM QUE FAZEMOS DE UMA PESSOA É MAIS FORTE DO QUE A SUA REALIDADE. Os homens interpretam o comportamento do outro homem em função de uma idéia preconcebida. Os atos que deveriam desmentir essa idéia só servem, mediante um fenômeno de distorção, para reforçá-la.
5.Podemos descobrir o aspecto errôneo do que havíamos suporto ser verdadeiro.
6.Ele nos desorienta a fim de nos encontrarmos.
7.Para sair do labirinto é preciso penetrar nele sem esperança de sair. A liberdade custa esse preço.
Segundo Marc Thivolet, esses são os sete paradoxos de Sheckley.

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