Reflexões mentais durante o ônibus:
Ouvi dizer em algum lugar que no anarquismo as leis precisariam ser abolidas.
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Matar seria algo “permitido”
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Não é porque alguém pode fazer algo que vai fazer.
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Nessa sociedade, a liberdade teria como conseqüência básica a responsabilidade
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Portanto, se matou aguentas as conseqüências, sejam lá quais forem.
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Seguindo por esse raciocínio os costumes culturais ainda determinariam as atitudes de uma pessoa para outra. Se algo é considerado rude, as pessoas ainda não o farão, apesar da vontade, porque pensam que no futuro podem precisar de um favor ou algo do gênero da outra pessoa. E a pessoa pode querer não fazer.
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A possibilidade de simplesmente inflingir a determinada pessoa uma conseqüência poderia servir como ameaça para condicionamento.
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Mas aí entra o poder pessoal, a questão de que o importante é buscar o poder de independência - a relação de uma pessoa com a outra deveria ser pautada simplesmente pela consciência de que nenhuma delas é mais importante do que a outra, nem mais necessária - são pessoas livres que assim o permanecerão e tem força para resistir a uma ameaça.
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Poder, possibilidade.
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Droga. Puxei antes da hora. Tudo bem, o trajeto é curto. Mas, droga, antes descer do que subir o morro. Fazer o que…
Tags: anarquismo, dia, leis, nonsense, Ônibus, pensamento, punição, sociedade




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