A Sky tirou a Mtv do ar, e, logo depois, a Net. Lindo, fiquei sem Mtv. Merda. Mas não tem problema; ainda tenho a Universal Channel!
Desde ontem estou meio gripado então estou de cama. Segunda e terça vi 3 filmes excelentes, sem contar Law & Order, House (que série incrivel), etc. Estou aqui pra falar sobre os 3 filmes que vi na minha experiência Universal. E, antes de começar, o mais legal é que foi tudo legendado. Demais isso!
Primeiro filme: The Final Cut (2004)
Nunca tinha ouvido falar desse filme, mas é… Bom. Na verdade, eu achei a história boa, o que acontece e como acontece e tal. Mas eu achei que o roteiro foi meio simplório, e a fotografia foi muito ruim. Melhor explicando: as cenas de ação ficaram bem sem graça, e as palavras eram muito óbvias. É como se ele quisesse discutir as implicações filosóficas do que acontece no filme e foi criando as situações pra poder falar sobre elas, então é tudo muito direto, meio entregado. Além disso, apenas a atuação de uma mulher me chamou a atenção, o resto delas, a do Robin Williams inclusa, foi bem ruinzinha. Mas, tirando isso, é uma história bem legal, um enredo que estimula bastante a imaginação.
Segundo filme: Stepmom (1998)
Ah, esse aqui é fantástico. Eu não sei qual é o nome do primeiro filme em português, mas eu sei que esse aqui é Lado a Lado.
Esse filme é excelente. Nada muito outstanding; tudo regular, mas um regular bom. As melhores atuações, as melhores que a média do filme (e é uma média boa, repito) foram as das duas crianças, que deram um show. A história é da relação entre a madrasta, as crianças, o pai e mãe das crianças. É um filme que tem um recurso de roteiro MUITO interessante: motivos. Por exemplo, quando uma fala “eu fiz isso pelo bem das crianças!”, a outra fala “Não, foi pelo seu bem!”, e isso em diversas situações do filme, sempre de uma forma genial. Um filme que faz pensar sobre as nossas racionalizações e reais motivos, as transformações que sofremos, etc. Um filme bom, bonito, gostoso de assistir.
Terceiro filme: Bandits (2001)
O nome do filme em português é Vida Bandida, e também é bom. A história gira em torno de um trio masculino que rouba bancos de uma forma esquisita: eles vão até a casa do gerente do banco uma noite antes, avisar sobre o assalto, e então dormem lá; no dia seguinte vão até lá e o gerente abre o cofre, e então eles fogem. Eles ficam “famosos” em todo o território norte-americano por causa do jeito pacífico deles, mas o negócio muda quando por acidente uma mulher frustrada com o casamento cai na vida deles; aí o negócio complica.
Não é um filme que pretende ser engraçado, é um filme… Bem, eu não sei o que ele é. Ele tem romance, mas não é um romance; ele não é suspense, não é comédia (não dá pra rir muito), não é ação… É uma aventura. Uma aventura divertida, eu diria. Talvez daqui a alguns anos passe na seção da tarde.
Tags: aventura, Ciência, cinema, família, Ficção Científica, Filhos, filmes, gripe, imaginação, TV



O segundo filme eu já assisti, é realmente interessante. Já esse último, com certeza passará na Sessão da Tarde, assim que as fitas dos filmes de animais falantes enrolarem e nem a produtora ter mais uma cópia.
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