Na aula de redação é passado um texto. Desse texto devemos retirar o tema e discorrer sobre ele.

O texto dessa semana é sobre a publicidade para crianças. O autor defende que ela deveria ser limitada, e com isso concordo totalmente.

Entretanto (Não há discordância, o que me faz desconfiar da colocação desse entretanto, mas tudo bem) tem uma parte que acho interessante em particular:

Que é [o universo onírico], em quaisquer circunstâncias, a maneira única e legítima de ela imaginar e criar um mundo que não pode ser imposto, mas construído por suas próprias regras. É fantástica a capacidade que uma criança tem de transformar as coisas mais simples em algo apropriado para sua diversão - por exemplo, torna um pedaço de madeira ou uma folha seca em um cenário harmonioso, em que pode passear, brincar sem perigo e com alegria.

Portanto, precisamos respeitar e preservar esse universo lírico como um valor que constitui a criança e que a faz, de fato, ser o que é - o que tem de diferente do adulto (…)

É claro que esse não foi o único argumento apresentado pelo texto, e eu nem estou vendo por esse lado. Esse parágrafo(s, hehe), sozinho, stand-alone, me deixou pensando, e muito.

Sei lá, muitas perguntas, muitas. Não sei como expressá-las, todas vieram meio que empacotadas, juntas, de repente, tudo bagunçado. Por que as crianças tem essa habilidade? E os artistas, qual é a relação com isso? Enfim, sei lá, são só previews, as perguntas são mais ou menos assim.

Um texto de inglês dizia que quando alguém conhece uma outra cultura, passa por três estágios, a “lua-de-mel”, em que adora tudo, é tudo alegria, etc; a fase ruim, em que a pessoa conhece as coisas ruins / estranhas e pode até ficar irritado com a não-capacidade de entender / se comunicar com os outros, e a última fase, em que alguém reconhece os aspectos positivos e negativos - sentindo-se pronto para encarar os desafios e se adaptar.

Eu me pergunto se isso não é verdade também pra MUITAS outras coisas além de viagens internacionais…

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