Como sempre, o blog do Alexandre Soares Silva me pegou desprevinido e agora, na aula de química, fico pensando no que ele e no que minha professora de literatura falaram.
Se não é pelo contexto histórico que as pessoas gostam de uma determinada forma de arte, é pelo que então? Pela obra em si, oras. Não é simplista, é simples. É óbvio. É natural.
Nós é que durante a vida “indexamos” valor a certas músicas, livros e filmes, e esse valor é a nossa história pessoal - ou pelo menos a história de nossa amizade com a arte.
De forma semelhante, uma coisa abstrata chamada humanidade (ou pessoas do ocidente) atrelaram valor a certas obras ao mesmo tempo.
Minha professora de literatura diz que os livros tinham uma influência maior naquela época porque não haviam tantas distrações - mas não é só isso; arte não é só “livros” e hoje temos muito mais arte (e também muito mais pseudoarte) do que antes. O problema agora é que há mais opções de escolha, e as pessoas não se “concentram” só em um tipo de produção. Claro, há também as distrações, e pessoas que por elas não se concentram em nada.
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Obs.: Lendo agora o que escrevi nessa aula de química, acho que uma semana depois de tê-lo feito, não entendi quase nada do que eu pensei naquela hora.
Tags: Arte, Blog, época, filmes, história, humanidade, literatura, livros, música, Pessoas, tempo, Vida



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