O lugar que mais me faz sentir falta de você
É a minha sacada, de noite…
Vejo as palmeiras ao vento, os quintais de outras casas,
Mas você, onde está você?
O mar eu vejo um pouco,
O que mais vejo é o céu alaranjado
Me dá aquela saudade do que nem veio ainda,
Que Dinho Ouro Preto tanto conhecia
Eu encosto a cabeça na parede
Olho mais uma vez para a parte da estrada que a vista alcança
Mas você, onde está?
Por que diabos e caracinzas você não chega, onde é que você está?
Sou eu que não te enxergo ou eu que não quero te ver?
Grande que és e diferença que farás, não seria difícil de enxergar-te…
Será? Não seria, talvez quem sabe
Um detalhe que jogamos no chão concentrados no teto?
Éris, minha Éris…
Você me tira o sono, ao perguntar
E a você, cadê a você?
Por que você tanto espera a você?
Não sei, diga-me você
Melhor, diga-me, você!
Por que tanto te espero?
Onde é que estás escondida?
Se é que és, será que você existe?
Ou é apenas o limite da minha imaginação?
Que já há muito ultrapassou a linha desse mundinho pequeno…
Você, você.
Onde é que está você…
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Don’t blame me for a thing…
Tinha pensado nos primeiros versos há dias já justamente enquanto olhava pela varanda do meu apartamento… É realmente quando sinto falta de “você”…
Mas, como não confio no meu taco pra poemas, busquei inspiração por aqui…
Tags: poema, você




Revy querido, desculpe a pressa e o vocabulário pobre.
Mas queria responder breve a uma postagem tão nobre.
Meu jovem bardo, meu doce amigo…
A poesia é para todos que têm alma sensível.
Abraços fraternos, quais caramelos!